quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
DINÂMICA DE GRUPO
As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.
Para que servem:
- Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem.
- Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
- Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
- Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
Os elementos de uma dinâmica
Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.
Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.
Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.
Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.
Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.
Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.
Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.
Técnica quebra-gelo
- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
- Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
Técnica de apresentação
- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.
Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica de integração
- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.
Técnicas de animação e relaxamento
- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
- Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica de capacitação
- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
Litúrgicas
- Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.
Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.
Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Artigo publicado na edição 313, fevereiro de 2001, página 20.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/
Para que servem:
- Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem.
- Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
- Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
- Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
Os elementos de uma dinâmica
Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.
Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.
Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.
Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.
Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.
Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.
Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.
Técnica quebra-gelo
- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
- Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
Técnica de apresentação
- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.
Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica de integração
- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.
Técnicas de animação e relaxamento
- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
- Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica de capacitação
- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
Litúrgicas
- Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.
Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.
Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,
CAJU, Goiânia, GO.
Artigo publicado na edição 313, fevereiro de 2001, página 20.
Site: http://www.casadajuventude.org.br/
ABRINDO JANELAS
Utilizo com frequencia nos trabalhos que desenvolvo como Profissional Autônoma e percebo sua importancia para o desenvolvimento da percepção de Si e do Outro, além de favorecer uma interatividade grupal, melhor aceitação do outro e maior Conhecimento interpessoal
1. Penso Quando SEM Futuro da União Européia, Vejo-me ...
2. Quando o Grupo numeros estou eu de novo, me Vejo ...
3. Quando estou preocupado, n'uma Situação nova, geralmente eu ...
4. Como Normas Sociais Fazem-me SENTIR ...
5. Sinto-me feliz quando ...
6. Neste Momento estou Que Sentindo ...
7. O Mais Que me inibe e reunioes em ...
8. Eu me SINTO Integrado Grupo AO quando ...
9. Alguém Quando atrapalha Realização de Plano Meu hum hum, eu ...
10. Tenho UMA Vergonha Enorme de ...
11. O Mais Que me entristece e ...
12. Sinto-me quando Próximo Alguém de ...
13. Nao Serviços compreendido OUTRAS PESSOAS Por Causa-me ...
14. Meu Forte e Ponto ...
15. O Que Mais me e irritação ...
16. Dia do Meu Aniversário N, eu ...
17. Fico alegre quando ...
18. Minha Maior e Esperança, Diâmetro UMA ...
19. A Emoção Que Mais dificuldade de tempeiro e Controlar ...
20. Alguém FICA Quando eu Magoado Comigo ...
Referências
Dinâmica de Grupo: Jogo da Vida e Didática do Futuro. 18. ed. Técnicas do Trabalho de Grupo: Condução de reunioes,S.O.S. : Dinámicas de Grupo. Rio de Janeiro: Dunya, 1999. Andreola, Balduíno A. Petrópolis / RJ: Vozes, 1999.
Minicucci, Agostinho.
Entrevista e Estudo dirigido, mesa-redonda e Estudo de CASOS, simpósios e
Conferencia, Organização de Congressos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
Militão, Rose.
O DIFERENCIAL COMPETITIVO DA EMPRESA
Quando o capital humano de uma empresa está adequadamente preparado pode enfrentar as contingências do mercado com competência, o que constitui o diferencial competitivo da empresa. Daí a importância em falar sobre o treinamento e desenvolvimento das pessoas.
A moderna abordagem de treinamento se diferencia da escola clássica, pois os objetivos do treinamento visam o aperfeiçoamento das pessoas, colocando-as como componente principal para o sucesso das organizações, em detrimento da visão Taylorista que valorizava tão somente a organização.
No contexto atual as pessoas passaram a ser vistas como parceiras do negócio e não mais como um problema. Desse modo, cabe ressaltar a importância do treinamento e, além deste, o desenvolvimento de pessoas para o maior aproveitamento de seu capital humano.
O treinamento tem foco no presente e busca o melhoramento do cargo atual e de habilidades relacionadas ao desempenho imediato. Por sua vez, aprendizagem caracteriza-se pela mudança comportamental e ela, fundamentalmente, surge como resultado dos esforços de cada indivíduo. Nsse sentido, o treinamento é visto como como um processo que através do conhecimento obtido, desenvolvem-se atitudes e habilidades que beneficiarão tanto aos funcionários quanto à empresa e o seu merecido sucesso.
Existe uma diferença sutil, entre treinar e desenvolver pessoas. É função do treinamento favorecer a aprendizagem de habilidades,o desenvolvimento atitudes e conceitos abstratos, enquanto o desenvolvimento de pessoas visa geralmente os cargos a serem ocupados, bem como novas habilidades, atitudes e capacidades que serão requeridas.
O processo de treinamento é dividido em quatro etapas peculiares a cada contexto da empresa:
- Diagnóstico a fim de levantar as necessidades de treinamento.
- Elaboração doprograma de treinamento
- Aplicação do programa.
- Análise dos resultados obtidos.
A avaliação final dos resultados obtidos é importantíssima, porque quando se constata que essa aprendizagem influenciou melhorias ou impactou de modo favorável os resultados mais amplos ou globais da empresa, é que pode-se afirma a validade do investimento.
O treinamento deve ser visto como parte integrante do crescimento da empresa e do processo de aprendizagem que, concomitantemente, levará ao aperfeiçoamento de seu capital humano, bem como da organização.
Alinhando estratégicamente a avaliação do seu capital humano engajado em todo o processo de gestão do negócio e aplicando o treinamento e o desenvolvimento das pessoas, favorecea percepção do colaboradore de que ele é parte influente para o bom desempenho da empresa, contribuindo, de fato, para atingir metas globais.
Maria José de Azevedo
Consultora de Desenvolvimento Humano.
A moderna abordagem de treinamento se diferencia da escola clássica, pois os objetivos do treinamento visam o aperfeiçoamento das pessoas, colocando-as como componente principal para o sucesso das organizações, em detrimento da visão Taylorista que valorizava tão somente a organização.
No contexto atual as pessoas passaram a ser vistas como parceiras do negócio e não mais como um problema. Desse modo, cabe ressaltar a importância do treinamento e, além deste, o desenvolvimento de pessoas para o maior aproveitamento de seu capital humano.
O treinamento tem foco no presente e busca o melhoramento do cargo atual e de habilidades relacionadas ao desempenho imediato. Por sua vez, aprendizagem caracteriza-se pela mudança comportamental e ela, fundamentalmente, surge como resultado dos esforços de cada indivíduo. Nsse sentido, o treinamento é visto como como um processo que através do conhecimento obtido, desenvolvem-se atitudes e habilidades que beneficiarão tanto aos funcionários quanto à empresa e o seu merecido sucesso.
Existe uma diferença sutil, entre treinar e desenvolver pessoas. É função do treinamento favorecer a aprendizagem de habilidades,o desenvolvimento atitudes e conceitos abstratos, enquanto o desenvolvimento de pessoas visa geralmente os cargos a serem ocupados, bem como novas habilidades, atitudes e capacidades que serão requeridas.
O processo de treinamento é dividido em quatro etapas peculiares a cada contexto da empresa:
- Diagnóstico a fim de levantar as necessidades de treinamento.
- Elaboração doprograma de treinamento
- Aplicação do programa.
- Análise dos resultados obtidos.
A avaliação final dos resultados obtidos é importantíssima, porque quando se constata que essa aprendizagem influenciou melhorias ou impactou de modo favorável os resultados mais amplos ou globais da empresa, é que pode-se afirma a validade do investimento.
O treinamento deve ser visto como parte integrante do crescimento da empresa e do processo de aprendizagem que, concomitantemente, levará ao aperfeiçoamento de seu capital humano, bem como da organização.
Alinhando estratégicamente a avaliação do seu capital humano engajado em todo o processo de gestão do negócio e aplicando o treinamento e o desenvolvimento das pessoas, favorecea percepção do colaboradore de que ele é parte influente para o bom desempenho da empresa, contribuindo, de fato, para atingir metas globais.
Maria José de Azevedo
Consultora de Desenvolvimento Humano.
http://www.youtube.com/watch?v=Pgq7fyWvI04
Nesse vídeo, repleto de cenas ilustrativas, você vai ver como a utilização de 7 atitudes simples podem tornar o ambiente mais saudável e a empresa mais competitiva. Fazer bem feito o que tem que ser feito, se comprometer com os resultados, respeitar as pessoas, ser ético em tudo que faz, ser persistente e não desistir frente aos obstáculos (que são muitos), ser disciplinado - sabendo que para atingir um objetivo antes temos que passar por muito trabalho burocrático e repetitivo, ser tolerante diante das diferenças, ser solidário com as pessoas quando estas precisarem de ajuda. Vai ver também que ter atitudes positivas independe das atitudes ou comportamento das outras pessoas. Você pode até mudar de empresa por diferenças, mas nunca deixar de agir de maneira positiva em tudo que faz.
Nesse vídeo, repleto de cenas ilustrativas, você vai ver como a utilização de 7 atitudes simples podem tornar o ambiente mais saudável e a empresa mais competitiva. Fazer bem feito o que tem que ser feito, se comprometer com os resultados, respeitar as pessoas, ser ético em tudo que faz, ser persistente e não desistir frente aos obstáculos (que são muitos), ser disciplinado - sabendo que para atingir um objetivo antes temos que passar por muito trabalho burocrático e repetitivo, ser tolerante diante das diferenças, ser solidário com as pessoas quando estas precisarem de ajuda. Vai ver também que ter atitudes positivas independe das atitudes ou comportamento das outras pessoas. Você pode até mudar de empresa por diferenças, mas nunca deixar de agir de maneira positiva em tudo que faz.
O MITO DE SÍSIFO
Mestre da malícia e dos truques, Sísifo entrou para a tradição como um dos maiores ofensores dos deuses.
Certa vez, uma grande águia sobrevoou sua cidade, levando nas garras uma bela jovem. Sísifo percebeu a águia como sendo uma das metamorfoses de Zeus e reconheceu que era a jovem Egina, filha de Asopo, deus dos rios, com o qual fez um acordo. Em troca de uma fonte de água para sua cidade ele contaria o paradeiro da sua filha. O acordo foi feito e a fonte presenteada recebeu o nome de Pirene.
Desse modo, ele despertou a raiva do grande Zeus, que enviou o deus da Morte, Tânatos, para levá-lo ao mundo subterrâneo. Porém o esperto Sísifo conseguiu enganar o enviado de Zeus, elogiando sua beleza e pedindo-lhe para enfeitar seu pescoço com um belo colar que na verdade, não passava de uma coleira, com a qual Sísifo manteve a Morte aprisionada e conseguiu driblar seu destino.
Durante um tempo não morreu mais ninguém. Sísifo enganou a morte, porém a
rrumou novas encrencas com Hades, o deus dos mortos, e com Ares, o deus da guerra, que precisavam dos préstimos da Morte para consumar as batalhas.
Tão logo teve conhecimento, Hades libertou Tânatos e ordenou-lhe que troxesse Sísifo imediatamente para as mansões da morte. Ao despedir-se de sua mulher, teve o cuidado de pedir secretamente que ela não enterrasse seu corpo.
Já no inferno, Sísifo reclamou com Hades da falta de respeito de sua esposa em não enterrá-lo e suplicou por mais um dia de prazo, para se vingar da mulher ingrata e cumprir os rituais fúnebres. Hades lhe concedeu o pedido, ele retomou seu corpo e fugiu com a esposa. Havia enganado a Morte pela segunda vez.
Sísifo morreu de velhice e Zeus enviou Hermes para conduzir sua alma a Hades. No inferno, foi considerado um grande rebelde e foi condenado por toda a eternidade a rolar uma grande pedra até o cume de uma montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida.
Na vida real existem muitos Sísifos. São aquelas pessoas que nunca concluem o que começam. Você conhee alguém assim?
Certa vez, uma grande águia sobrevoou sua cidade, levando nas garras uma bela jovem. Sísifo percebeu a águia como sendo uma das metamorfoses de Zeus e reconheceu que era a jovem Egina, filha de Asopo, deus dos rios, com o qual fez um acordo. Em troca de uma fonte de água para sua cidade ele contaria o paradeiro da sua filha. O acordo foi feito e a fonte presenteada recebeu o nome de Pirene.
Desse modo, ele despertou a raiva do grande Zeus, que enviou o deus da Morte, Tânatos, para levá-lo ao mundo subterrâneo. Porém o esperto Sísifo conseguiu enganar o enviado de Zeus, elogiando sua beleza e pedindo-lhe para enfeitar seu pescoço com um belo colar que na verdade, não passava de uma coleira, com a qual Sísifo manteve a Morte aprisionada e conseguiu driblar seu destino.
Durante um tempo não morreu mais ninguém. Sísifo enganou a morte, porém a
rrumou novas encrencas com Hades, o deus dos mortos, e com Ares, o deus da guerra, que precisavam dos préstimos da Morte para consumar as batalhas.
Tão logo teve conhecimento, Hades libertou Tânatos e ordenou-lhe que troxesse Sísifo imediatamente para as mansões da morte. Ao despedir-se de sua mulher, teve o cuidado de pedir secretamente que ela não enterrasse seu corpo.
Já no inferno, Sísifo reclamou com Hades da falta de respeito de sua esposa em não enterrá-lo e suplicou por mais um dia de prazo, para se vingar da mulher ingrata e cumprir os rituais fúnebres. Hades lhe concedeu o pedido, ele retomou seu corpo e fugiu com a esposa. Havia enganado a Morte pela segunda vez.
Sísifo morreu de velhice e Zeus enviou Hermes para conduzir sua alma a Hades. No inferno, foi considerado um grande rebelde e foi condenado por toda a eternidade a rolar uma grande pedra até o cume de uma montanha, sendo que toda vez que ele estava quase alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida.
Na vida real existem muitos Sísifos. São aquelas pessoas que nunca concluem o que começam. Você conhee alguém assim?
DINÂMICA DE GRUPO
A Dinâmica de Grupo surgiu em 1914, tendo-se como seu criador o cientista comportamental, Kurt Levy, fundamentando-se de que o homem vive em grupos. As técnicas de dinâmica de grupo são instrumentos, utilizados no processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.
Durante muito tempo a técnica de Dinâmica de Grupo vinha sendo utilizada somente na área de treinamento, mais precisamente para integração de pessoal, psicoterapia em grupo, cooperação, liderança, iniciativa, criatividade, aquecimento, etc.
Atualmente, o método vem sendo utilizado para seleção de pessoal, pelo fato deste, fornecer uma rica informação do indivíduo, mesmo antes do trabalho.
Utlizam-se as técnicas de dinâmicas de grupo para retornar à prática, transformando-a e redimensionando-a para os objetivos a serem alcançados.
Sua utilização é muito válida para a inclusão de novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos, permitindo a expressão do que pensam as pessoas e o que sentem.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.a
Durante muito tempo a técnica de Dinâmica de Grupo vinha sendo utilizada somente na área de treinamento, mais precisamente para integração de pessoal, psicoterapia em grupo, cooperação, liderança, iniciativa, criatividade, aquecimento, etc.
Atualmente, o método vem sendo utilizado para seleção de pessoal, pelo fato deste, fornecer uma rica informação do indivíduo, mesmo antes do trabalho.
Utlizam-se as técnicas de dinâmicas de grupo para retornar à prática, transformando-a e redimensionando-a para os objetivos a serem alcançados.
Sua utilização é muito válida para a inclusão de novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos, permitindo a expressão do que pensam as pessoas e o que sentem.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.a
PARÁBOLA DA CAVEDRNA
O mito da caverna, também chamado de Alegoria da caverna, foi escrito pelo filósofo Platão, e encontra-se na livro VII - A República. Alguns ainda chamam de os prisioneiros da caverna ou menos comumente de a parábola da caverna.
Trata-se de uma caverna no interior da qual permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo de uma caverna e dentro dela pessoas que ficam de costas para a entrada, acorrentadas, sem poder locomover-se, forçadas a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala enfrentando os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo que as sombras eram feitas por homens como eles, e percebendo também todo o mundo e a natureza.
Pela primeira vez ele vê animais,flores de verdade, o céu; e entende que o sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede.
Agora, ele pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas lembra-se das pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna e por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de simples imitações da realidade, porém ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; a única verdade existente e que é a realidade.
REFLEXÃO:
Por meio desta parábola, relatada por Platão, podemos refletir um pouco acerca do que entendemos por verdade. Muitas vezes somos resistentes à mudança, por representar o novo, o desconhecido; criando limites para o nosso crescimento impostos pela resistência à mudança. Ficamos presos aos velhos paradigmas, modelos cristalizados na nossa mente, que representam a zona de conforto e preferimos ver apenas o que conseguimos ver, um hábito
que embota o nosso crescimento, mantendo-nos presos dentro das nossas muralhas, de nossos sentidos, percepções, conceitos e preconceitos. Precisamos tomar cuidado para não excluirmos prematuramente o que ainda não vemos, perdendo assim uma oportunidade de crescimento e expansão dos nossos conhecimentos. Que tal eliminar as sombras que povoam nossos pensamentos?
Reflexão: Maria José de Azevedo
Bibliografia: República, A Platao
Trata-se de uma caverna no interior da qual permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo de uma caverna e dentro dela pessoas que ficam de costas para a entrada, acorrentadas, sem poder locomover-se, forçadas a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala enfrentando os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo que as sombras eram feitas por homens como eles, e percebendo também todo o mundo e a natureza.
Pela primeira vez ele vê animais,flores de verdade, o céu; e entende que o sol dá vida às flores e aos animais da natureza, assim como também era graças ao fogo da caverna que ele podia ver as sombras refletidas na parede.
Agora, ele pode andar livremente pela natureza, desfrutando da liberdade que acabara de conquistar. Mas lembra-se das pessoas que ainda continuam lá dentro da caverna e por isso ele decide voltar. Assim que chega lá, tenta explicar aos outros que as sombras na parede não passam de simples imitações da realidade, porém ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo que vêem é tudo o que existe; a única verdade existente e que é a realidade.
REFLEXÃO:
Por meio desta parábola, relatada por Platão, podemos refletir um pouco acerca do que entendemos por verdade. Muitas vezes somos resistentes à mudança, por representar o novo, o desconhecido; criando limites para o nosso crescimento impostos pela resistência à mudança. Ficamos presos aos velhos paradigmas, modelos cristalizados na nossa mente, que representam a zona de conforto e preferimos ver apenas o que conseguimos ver, um hábito
que embota o nosso crescimento, mantendo-nos presos dentro das nossas muralhas, de nossos sentidos, percepções, conceitos e preconceitos. Precisamos tomar cuidado para não excluirmos prematuramente o que ainda não vemos, perdendo assim uma oportunidade de crescimento e expansão dos nossos conhecimentos. Que tal eliminar as sombras que povoam nossos pensamentos?
Reflexão: Maria José de Azevedo
Bibliografia: República, A Platao
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